Descoberta de novo tipo de bactéria desafia consenso sobre mitocôndrias
Origem de 'usinas' de energia das células pode ser diferente do previsto.
Pesquisa sueca explica teoria em duas publicações científicas
Cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia, descobriram um novo tipo de bactéria que pode alterar o consenso sobre a evolução de estruturas como a mitocôndria -- as "usinas" de energia dentro das células humanas e de outro animais - existente atualmente. Pesquisas sobre o assunto foram divulgadas nas publicações científicas "Molecular Biology and Evolution" e "PLos One".
O grupo usa dados de pesquisas internacionais sobre o DNA de bactérias em todos os oceanos do mundo. Eles encontraram sequências de proteínas que participam na respiração celular, quando o açúcar é destruído para formar como resíduos dióxido de carbono e água, além de liberar energia.
Ao comparar essas proteínas àquelas usadas pelas mitocôndrias, os pesquisadores desvendaram um tipo raro e desconhecido de bactéria. Para Johan Viklund, do Departamento de Evolução Molecular da universidade, a origem das mitocôndrias pode estar nos oceanos, mas os "parentes" mais próximos dessas estruturas não seriam bactérias do grupo SAR11, um tipo comum de organismos unicelulares nos mares.
Agora, os pesquisadores suecos acreditam que os verdadeiros parentes podem pertencem ao novo tipo de bactéria que descobriram.
Já os organismos de uma só célula do grupo SAR11 representam até 40% do total de bactérias que habitam os oceanos. São importantes no ciclo de carbono terrestre e conseguem sobreviver em ambientes pobres em nutrientes. O interior dessas bactérias é pequeno, o que aumenta a concentração de nutrientes dentro da célula. O genoma desses seres vivos é composto por apenas 1,5 milhão de blocos.
A pesquisa sueca apresentou ideias para o sucesso das bactérias do grupo SAR11 na natureza, que conseguem "trocar" genes com maior facilidade -- essa característica favorece à adaptação ao ambiente e aumenta as chances de sobrevivência das espécies
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Previdencia Privada

O que é previdência privada?
Também chamado de Previdência complementar.
É uma forma de seguro contratado para garantir uma renda ao comprador ou seu beneficiário. Os valores dos prêmios são aplicados pela entidade gestora, que com base em cálculos atuariais, determina o valor do benefício.
A previdência privada é uma aposentadoria que não está ligada ao sistema do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ela é complementar à previdência pública. Todo setor de previdência privada é fiscalizado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), órgão do governo federal.
• A diferença em relação à Previdência Social?
Nos planos de previdência privada, é possível escolher o valor da contribuição e a periodicidade em que ela será feita. Uma pessoa pode contribuir com R$ 100 uma vez por ano, por exemplo. É claro que o valor que receberá quando começar a fazer uso dessa previdência será proporcional ao que contribuiu. Além disso, o valor investido em um plano de previdência privada pode ser resgatado pela pessoa se ela desistir do plano.
No momento em que é escolhido um plano, é importante estar atento à forma de cobrança de impostos. Independentemente do plano, existe a opção por duas formas de tributação. Uma delas é a tabela regressiva, que favorece o resgate do dinheiro de uma só vez.
A outra forma é a tabela de impostos progressiva, mais vantajosa para aquelas pessoas que querem receber a quantia investida em forma de parcelas mensais e não resgatar o dinheiro todo numa só parcela.
No Brasil pode ser dois planos: aberta ou fechada.
• Fechada - É destinada aos profissionais ligados a empresas, sindicatos ou entidades de classe. Em linhas gerais, o trabalhador contribui com uma parte mensal do salário e a empresa banca o restante, valor que normalmente é dividido em partes iguais. Outras empresas, essas mais raras, bancam toda a contribuição.Uma vantagem imediata é a possibilidade de se deduzir 12% da renda bruta na declaração anual do Imposto de Renda.
• Aberta - É oferecida por seguradoras ou por bancos. Um dos principais benefícios dos planos abertos é a sua liquidez, já que os depósitos podem ser sacados a cada dois meses. O número total de participantes de planos abertos é estimado em 5 milhões de pessoas.
Opções de Previdência Privada
• Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) - É recomendado para pessoas com renda mais alta, pois o valor pago ao plano pode ser abatido no Imposto de Renda (desde que esse valor represente até 12% de sua renda bruta anual). Porém, quando o dinheiro é sacado, o imposto pago é referente ao total que havia no fundo. Por exemplo, se esse valor for de R$ 500 mil, o imposto será cobrado sobre ele.
• Vida Geradora de Benefício Livre (VGBL) - Sua diferença para o PGBL é que ele não pode ser abatido no Imposto de Renda. P orém, quando o dinheiro é sacado, o imposto cobrado é referente ao que o dinheiro investido rendeu.
• Plano tradicional de Previdência - Tem a garantia de uma rentabilidade.
Com correção monetária no período da aplicação. Nesse tipo de plano, pode-se abater até 12% da renda bruta na declaração do Imposto de Renda. Os rendimentos são repassados apenas em parte, que varia de 50 a 85% do total conseguido. Têm taxas de carregamento - aplicadas sobre a contribuição - de até 10%. É comercializado por meio de seguradoras.
• Fundo de Aposentadoria Programada Individual (FAPI) - É aconselhável para quem declara o Imposto de Renda usando o formulário simplificado e atualmente está praticamente em desuso.
Nessa opção, não existe uma garantia de rentabilidade mínima. Por outro lado, todos os rendimentos são repassados integralmente para o participante e pode-se abater também 12% da renda bruta anual na declaração do Imposto de Renda.
Apesar de não contar com taxa de carregamento, se o resgate for feito em um intervalo menor do que 12 meses, haverá a incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). É vendido por bancos e seguradoras.
Termos usados na Previdencia PrivadaPlano de Benefício Definido (BD) – ao participante, ao se inscrever no plano, fica assegurado o recebimento do benefício, quando forem reunidas as condições contratadas, em valor previamente determinado, além do que lhe será pago pela previdência social (INSS); geralmente, o benefício corresponde à diferença entre o último valor recebido na empresa e o que lhe será pago pelo INSS, o que corresponderá, na inatividade, à percepção de valor idêntico ao da fase em atividade; mas, também pode ter um limitador, que atingirá os salários mais elevados da empresa. Caso haja incapacidade financeira, ao longo do tempo, no plano de benefícios, para o pagamento do valor inicialmente previsto, a empresa patrocinadora será chamada a aportar recursos e os participantes e assistidos também poderão contribuir para o rateio;
Plano de contribuição definida (CD) – ao participante não fica assegurado o valor do benefício; suas contribuições mensais, juntamente com as do empregador, são investidas no mercado financeiro e, ao longo dos anos, depois de cumpridas as exigências previstas no regulamento do plano, o benefício concedido terá o valor resultante da qualidade dos investimentos realizados. Ao contrário do plano BD, em que as reservas matemáticas são comutativas entre os participantes, neste cada participante tem sua conta individual e pode acompanhar, mensalmente, sua rentabilização, também podendo fazer aportes extraordinários. Está é a modalidade atualmente mais aplicada e mais aceita pelas patrocinadoras;
Plano de contribuição variável (CV) – corresponde a um misto das duas modalidades anteriores, pressupondo a coexistência dos dois modelos anteriores, muitas vezes ele é CD na fase de acumulação de recursos e BD na fase de pagamento do benefício.
Fonte:http://invertia.terra.com.br/previdencia/interna/0,,OI147053-EI1807,00.html
(Data de acesso em 29 de agosto de 2011 às 16:53)
http://drprevidencia.terra.com.br/area_oqehPrevidencia.php
(Data de acesso em 28 de agosto de 2011 às 20:54)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Como funciona a memória
Qual é o mecanismo que nos faz lembrar nossas experiências? Existe uma explicação científica para o funcionamento da memória? Que tipo de conhecimentos estão associados a essa explicação? Ainda falta descobrir muita coisa, mas os cientistas já sabem que o sistema nervoso é quem manda na memória. O sistema nervoso é composto por células, como tudo em nosso corpo. Essas células são os neurônios.
Os neurônios são compostos por duas extensões: os dendritos e os axônios. Cada neurônio só tem um axônio, mas pode ter vários dendritos. A transmissão de informações dentro do nosso cérebro acontece por meio de impulsos elétricos, como você pode visualizar neste vídeo. Assim, cada neurônio pode receber muitos sinais de uma única vez, mas transmitir apenas para outra célula específica.
A explicação do sistema de transmissão da memória depende especialmente da Biologia, da Física e da Química. Os neurônios liberam substâncias chamadas neurotransmissores através do axônio. Essas substâncias são liberadas em uma fenda entre os neurônios, chamada sinapse. É uma onda de descarga elétrica que faz com que o neurotransmissor seja liberado de dentro das vesículas sinápticas.
As moléculas de neurotransmissor se espalham na fenda sináptica e ligam-se aos receptores de outro neurônio, nos dendritos. O processo de formação das nossas memórias longas funciona mais ou menos assim. Todo o processo dura um tempo de mais ou menos seis horas - no mínimo, duas horas.
O glutamato, um dos principais neurotransmissores, é fundamental para o processo da memória. Já a dopamina, a serotonina etc. modulam a memória e estão ligados à maneira como registramos emoções. Por esse motivo, aprender ou memorizar as coisas quando estamos num dia de bom humor é bem mais fácil. Já aprender sob um forte estresse é bem mais difícil.
Assim como armazenamos memórias, também podemos esquecê-las. Trata-se de um processo natural, mas que pode se tornar patológico em alguns casos. Um desses casos patológicos é o Mal de Alzheimer. Nesse caso, o indivíduo lembra-se apenas de memórias mais consolidadas, as mais antigas. Ainda não há cura para o Mal de Alzheimer, mas os cientistas são unânimes quando dizem que treinar a memória é importante e ajuda a retardar o aparecimento de demências e de doenças degenerativas.
Para saber mais sobre memória na era digital, assista a estes vídeos da CPFL cultural.
Fonte: Clickideiahttp://www.clickideia.com.br/cgi-local/lib-site/conteudo/mostra_conteudo.pl?nivel=m&disc=not&codpag=NOT1108150201
Os neurônios são compostos por duas extensões: os dendritos e os axônios. Cada neurônio só tem um axônio, mas pode ter vários dendritos. A transmissão de informações dentro do nosso cérebro acontece por meio de impulsos elétricos, como você pode visualizar neste vídeo. Assim, cada neurônio pode receber muitos sinais de uma única vez, mas transmitir apenas para outra célula específica.
A explicação do sistema de transmissão da memória depende especialmente da Biologia, da Física e da Química. Os neurônios liberam substâncias chamadas neurotransmissores através do axônio. Essas substâncias são liberadas em uma fenda entre os neurônios, chamada sinapse. É uma onda de descarga elétrica que faz com que o neurotransmissor seja liberado de dentro das vesículas sinápticas.
As moléculas de neurotransmissor se espalham na fenda sináptica e ligam-se aos receptores de outro neurônio, nos dendritos. O processo de formação das nossas memórias longas funciona mais ou menos assim. Todo o processo dura um tempo de mais ou menos seis horas - no mínimo, duas horas.
O glutamato, um dos principais neurotransmissores, é fundamental para o processo da memória. Já a dopamina, a serotonina etc. modulam a memória e estão ligados à maneira como registramos emoções. Por esse motivo, aprender ou memorizar as coisas quando estamos num dia de bom humor é bem mais fácil. Já aprender sob um forte estresse é bem mais difícil.
Assim como armazenamos memórias, também podemos esquecê-las. Trata-se de um processo natural, mas que pode se tornar patológico em alguns casos. Um desses casos patológicos é o Mal de Alzheimer. Nesse caso, o indivíduo lembra-se apenas de memórias mais consolidadas, as mais antigas. Ainda não há cura para o Mal de Alzheimer, mas os cientistas são unânimes quando dizem que treinar a memória é importante e ajuda a retardar o aparecimento de demências e de doenças degenerativas.
Para saber mais sobre memória na era digital, assista a estes vídeos da CPFL cultural.
Fonte: Clickideiahttp://www.clickideia.com.br/cgi-local/lib-site/conteudo/mostra_conteudo.pl?nivel=m&disc=not&codpag=NOT1108150201
Estudo alerta para risco do lixo espacial ao redor da Terra
O volume de entulho orbitando a Terra chegou a um "ponto extremo" para colisões, o que gera mais detritos e põe em risco astronautas e satélites, segundo estudo de uma instituição norte-americana de pesquisas divulgado nesta quinta-feira (1º).
A agência espacial norte-americana (Nasa) precisa de um novo plano estratégico para diminuir os riscos impostos por carcaças de foguetes usados, satélites descartados e milhares de outros pedaços de lixo espacial voando ao redor do planeta a velocidades da 28.164 quilômetros por hora, afirmou o Conselho de Pesquisa Nacional dos EUA - uma organização privada e sem fins lucrativos que fornece consultoria científica.
Os detritos em órbita representam uma ameaça para os cerca de mil satélites comerciais, militares e civis na órbita do planeta - parte de uma indústria global que gerou US$ 168 bilhões em receita no ano passado, de acordo com dados da Associação da Indústria de Satélites.
O primeiro choque espacial ocorreu em 2009, quando um satélite de telecomunicações da Iridium e um satélite russo não-operacional colidiram 789 quilômetros acima da Sibéria, gerando milhares de novos detritos em órbita.
A colisão aconteceu após a destruição, em 2007, por parte da China, de um de seus satélites climáticos fora de uso como parte de um teste amplamente criticado de mísseis anti-satélite.
O volume de detritos em órbita monitorados pela Rede de Vigilância Espacial saltou de 9.949 objetos catalogados em dezembro de 2006 para 16.094 em julho de 2011. Quase 20% dos objetos são provenientes da destruição do satélite chinês Fengyun 1-C, afirmou o Conselho de Pesquisa Nacional.
Alguns modelos computacionais mostram que a quantidade de lixo em órbita "chegou a um nível extremo, com detritos suficientes em órbita para causar colisões contínuas e criar ainda mais destroços, o que aumenta o risco de falha de viagens espaciais", disse o conselho em um comunicado divulgado nesta quinta-feira, como parte de seu relatório de 182 páginas.
Além de mais de 30 descobertas, o painel fez recomendações para a Nasa sobre como diminuir e melhorar a situação do lixo espacial, o que incluiria a colaboração do Departamento de Estado para desenvolver um sistema para regular a remoção de lixo espacial.
Atualmente, por exemplo, acordos internacionais proíbem países de remover ou coletar objetos espaciais de outros países.
Fonte: G1 (http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2011/09/estudo-alerta-para-risco-do-lixo-espacial-ao-redor-da-terra.html)
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